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Melhor do que estar vivo é poder viver mergulhado numa paixão todos os dias

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su发表:
Vi seu space no orkut... Nussa bakana... xD Adorei a musica da Utada Hikaru no space... Escuto sempre... Bjos...
1 月 20 日
Muito arrumadinho teu space!
6 月 18 日
ahaa valeu seu também tá legal ^^
 o 3º travesseiro foi um dos melhores livros que já lí *-*
mt perfeito..!!
1 月 31 日
Eiii adorei o seu spaces!
to aki. pq te vi numa comu do orkut!
aiii resolvi entrar e te add!
pode?!
bejão
1 月 14 日
Tá muito legal.
adorei.
P.S: Só não pode se axar....kkkkkkkkk
11 月 29 日

FooD Design...alguem já viu?!

Um novo conceito de cozinha do futuro - e, por que não, do presente - vem reunindo designers, chefs e até arquitetos na criação de pratos e produtos incríveis para se degustar


Reclame!

Você não gosta quando reclamam do seu trabalho ou produto?

Leia esse artigo de Marcio Mirada e veja que a reclamacao pode ser muito boa para o seu crescimento profissional.

É Bom Quando o Cliente Reclama

Marcio Miranda

Assim como existem clientes para o seu produto, você pode estar certo também de que existirão reclamações sobre seus produtos e serviços.

Você se pergunta por quê?

É possível uma empresa deixar todos os clientes 100% satisfeitos e, evitar em 100% do tempo, defeitos ou falhas nos seus produtos e serviços? Em uma única palavra: Não.

Eu ainda tento encontrar uma empresa que não cometa um erro ocasional, ou funcionários que não cometam um erro acidental uma vez ou outra, ou quem simplesmente está de mau humor, o que é refletido no atendimento ao cliente.

Então leve em consideração que reclamações sempre vão existir!

E isto é bom. As reclamações são boas para você.

Uma das piores coisas que os clientes podem fazer quando eles se deparam com um serviço insatisfatório ou com um produto de baixa qualidade é não falar para você e partir para a concorrência. Afinal, se você não ficar sabendo quais problemas que fazem os seus clientes optarem por sua concorrência, como você pode consertá-los?

As reclamações dos clientes são boas porque elas:

* Destacam as áreas que precisam ser melhoradas.
* Identificam os procedimentos que causam transtornos ao cliente.
* Revelam informações que estão faltando, ou que estão erradas, quando você se comunica com os clientes.
* Identificam a equipe que precisa de mais treinamento ou de uma supervisão mais atenciosa.
* Fornecem uma inspeção em níveis confiáveis.
* Mostram políticas que podem estar ultrapassadas.
* Desencadeiam mudanças positivas (se você tomar uma atitude diante das reclamações).
* Levantam a moral da equipe (através de uma mudança positiva).
* Fornecem um excelente método de obtenção de informações.
* Fornecem um ponto de referência em relação às outras empresas.
* Identificam os clientes que se preocupam.


É importantíssimo considerar esse último ponto: Clientes que reclamam são clientes que se preocupam!

É verdade que os clientes que reclamam geralmente querem, de alguma forma, serem restituídos pelas inconveniências que sofreram. Mas a maioria dos clientes quer apenas que a empresa cumpra as promessas que fez, promessas essas que deveriam ser o objetivo principal em qualquer venda da empresa.

Ao mesmo tempo em que essas pessoas se preocupam com elas mesmas e alcançam seus próprios níveis de satisfação, elas também se preocupam com os compromissos futuros que vão ter com a empresa, por isso querem ajudar a empresa para que esta esteja à altura para satisfazer os novos compromissos.

Caso contrário essas pessoas irão simplesmente desistir e fazer seus negócios em outro lugar (depois de exigir um reembolso do dinheiro que já foi gasto com o produto ou serviço insatisfatório).

Alternativamente, essas pessoas podem decidir ficar em silêncio, tirando de você a oportunidade de melhorar, ou ainda tornar públicas as reclamações, tentando prejudicar mais a sua empresa, pois acreditam que foram as maiores prejudicadas por ela.

Os clientes insatisfeitos têm cinco opções:

1. Permanecer em silêncio
2. Reclamar com você
3. Reclamar com os amigos, colegas ou com qualquer pessoa que escute
4. Reclamar no Procon
5. Fazer um site contra a sua empresa

Qual dessas cinco opções seria melhor para você? Com toda certeza a segunda opção.

Você com certeza não quer os seus clientes insatisfeitos reclamando no Procon, ou na imprensa, já que isso vai custar um tempo e um esforço enorme para resolver. Sem falar na péssima publicidade e no risco de perder outros negócios.

O mesmo vale para a terceira opção, já que mais uma vez isso vai prejudicar os seus negócios com o círculo de amigos do seu cliente insatisfeito.

A quinta opção está sendo cada vez mais considerada por clientes p. da vida mundo afora. Um bom exemplo é o site www.reclameaqui.com.br que encoraja os clientes insatisfeitos a reclamarem sobre as empresas.

Estima-se que existam milhares de sites como este na Internet, todos criados por clientes insatisfeitos.

Quer eles sejam clientes fiéis, clientes p. da vida, clientes chateados, clientes ofendidos, clientes desapontados, clientes bravos, clientes corretos, ou mesmo clientes errados – os clientes que reclamam diretamente com você se preocupam.

Se as atitudes da sua equipe podem ser mudadas para que eles coletivamente ou individualmente vejam as reclamações dos clientes que se preocupam, então a sua empresa está disposta a aprender com as reclamações e implementar passos reparadores que resultam na recuperação de clientes que partiram e que estão partindo.

Infelizmente, muitas empresas tratam as reclamações dos clientes como “situações embaraçosas” que precisam ser enumeradas, retificadas e esquecidas assim que a equipe responsável pelo serviço parta para a próxima reclamação de cliente. Isto é porque grande parte do “serviço de atendimento ao cliente” nos dias de hoje é conservador e mal dirigido por gerentes e funcionários que apenas se preocupam com a quantidade de reclamações e não com o seu teor.

Quando as reclamações são lidadas e conduzidas desta maneira, o verdadeiro aprendizado organizacional e a oportunidade de transformar as reclamações em novos níveis de satisfação do cliente, através de mudanças positivas, são geralmente perdidas. Para sempre. Ou, pelo menos, até que um novo gerente iluminado assuma o comando do chamado serviço de atendimento ao consumidor.

Por fim, é importante lembrar que todas os reclamantes têm uma coisa em comum – todos eles são clientes ou prospects.

A reparação do serviço começa na maneira como você lida com as reclamações e com os reclamantes, um assunto que nós iremos discutir em um outro artigo.

Então sempre se lembre que as reclamações fazem bem para o seu negócio. Além disso, as pessoas que reclamam são clientes que realmente se importam com o seu futuro. Ou pelo menos com o futuro delas como seus clientes.

FONTE: http://www.workshop.com.br/paginas/artigos/clientereclama.htm


Qualquer Um Imbecil Faz Design

Você conhece alguém que se meta a besta de criticar uma estrada, uma prótese ou um satélite de telecomunicações, a não ser que eles estejam evidentemente errados, colocando vidas em risco? Pode acreditar que não seja louco um engenheiro que mande emendar uma ponte pênsil a uma antena parabólica? Pois compare com músicas. Mesmo que não entendam nada de compassos ou harmonias, todos se sentem no direito de criticar uma trilha sonora, baseados exclusivamente em seu gosto pessoal. Com culinária ou layouts não é diferente.

Infelizmente, gosto não se discute, lamenta-se. É parte da cultura individual e resquício de sua formação. É, portanto, subjetivo e maleável. E, para piorar, o gosto pessoal é uma das principais formas para se demonstrar personalidade e refinamento, o que o torna um elemento terrível nas mãos de gente insegura ou segura demais.

Hoje em dia, todos querem mostrar que têm bom gosto e dar palpites sobre obras artísticas e composições visuais, mesmo que estejam completamente equivocados ou que não tenham nenhuma informação a respeito, tornando muitas vezes o trabalho do designer um martírio.

Por mais chato que seja um paciente em um hospital, ele dificilmente dirá ao médico como quer ser operado e que resultado pretende obter, principalmente se isso fizer mal a sua saúde. Por que, então, muitos insistem em alterar os layouts do pobre designer ou diretor de arte, arruinando sua legibilidade, impacto, unidade e harmonia ou combinando elementos de layouts diferentes? Se contrataram os serviços de um designer, por que querem mexer no seu layout?

Parte da culpa é da própria classe de designers e diretores de arte. Como não há uma formação específica requerida, fica muito difícil avaliar se um sujeito é bom ou não. Em salas de médicos e advogados há paredes forradas de diplomas. Médicos estão sempre de branco, advogados de terno. Não se fala em feeling ou instinto, mas em ciência. Não há arrogância nem superioridade criativa, mas a consciência de um conhecimento específico que deve ser explicado. Médicos adoram dar pequenas aulas sobre o funcionamento do corpo dos pacientes, e o fazem sem jargão. Nenhum engenheiro se apresenta como ganhador de diversos prêmios — como se fosse um cavalo treinado — nem diz que quer fazer uma estrada igualzinha à que está na moda em Heidelberg. Tampouco um sujeito se diz psicólogo depois de ler um livro de Jung. Em compensação, há designers…

Graças a atitudes prepotentes como essas, tomadas indiscriminadamente por pessoas sem formação ou preparação, o estereótipo do designer no Brasil é tão injusto, ao contrário de países como a Espanha ou Suíça. De uma classe dessas, o cliente — normalmente formado em áreas de ciências exatas ou exatizadas, como economia, administração de empresas, advocacia ou relações públicas — tende a se proteger, reagindo negativamente. Contrata os serviços e palpita o que puder, usando argumentos inacreditáveis, que vão da cromoterapia e Feng Shui ao simples “não gostei”. De todas as interferências, a pior é o hábito de criar Frankensteins, misturando partes de vários layouts em uma única peça.

Para essas pessoas, qualquer um pode fazer um site na Web, logotipo ou anúncio, como qualquer um pode compor uma música, fazer um filme ou escrever um texto. Muitos acreditam que o dinheiro gasto com programação visual é um desperdício. São comuns comentários do tipo: “mas tanto dinheiro para fazer só isto?” ou “não mudou quase nada do meu logotipo” ou ainda “quero aquele negócio que eu vi em uma capa de CD.” Um dos maiores problemas que a profissão de design enfrenta hoje em dia é a falta de parâmetros sólidos para a sua análise. Não há como analisar uma peça de design sem levar em conta características como dinamismo, legibilidade e equilíbrio e o resultado é que a maioria dos clientes aprova ou rejeita baseado em seu gosto pessoal ou na argumentação do profissional que apresenta a campanha, o que pode levar a grandes distorções.

Pode parecer estranho a quem não é da área, mas quando um designer ou diretor de arte está olhando um anuário ele está estudando. Ele está colecionando referências visuais e vendo como colegas de profissão no mundo inteiro resolvem problemas similares. Não, ele não está procurando uma fonte legal para copiar. Ele está se alimentando de referências, da mesma forma que um arquiteto pesquisa plantas e um cientista lê fórmulas matemáticas. É aquela velha história de ser o que se come.

autor: LULI RADFAHRER

Fonte: Blog do Luli

10 Dicas para Fazer um Network

"O relacionamento entre as pessoas não ocorre apenas no campo pessoal. Hoje, para se destacar no mercado, além de contar com competências técnicas e comportamentais o profissional precisa ampliar seu horizonte dentro e fora da organização. E isso tem ocorrido através do chamado network, ou seja, a rede de relacionamentos. Vale lembrar que graças a essa prática, muitas organizações têm captado talentos para suas equipes. Confira agora algumas dicas para fortalecer sua rede de relacionamentos.

1 - Ao investir no network, o profissional dever conhecer a si. Ou seja, precisa saber que rumo deseja para sua carreira.

2 - Uma boa rede de relacionamento exige ética, pois quando ela inexiste o profissional prejudica a própria imagem. Por exemplo, quantas pessoas repassam e-mails indesejáveis para todos os seus contatos? Imagine um gerente de uma organização abrir a caixa postal e se deparar com uma mensagem com piadas sobre gestores.

3 - O network proporciona visibilidade, mas não pode ser apático. A rede de relacionamentos exige dinamismo do indivíduo e isso significa não apenas pedir informações, mas também repassar conteúdo de valor para as outras pessoas. Ao receber uma pesquisa sobre as últimas tendências do mercado de trabalho, não custa compartilhar a informação com outros profissionais.

4 - O network deve ser feito com pessoas conhecidas, pois permite que o profissional tenha a oportunidade realizar uma ligação e estreitar ainda mais o relacionamento com quem está do outro lado da "linha".

5 - Com o crescente aumento da tecnologia, muitas pessoas tornam seu network restrito apenas ao ambiente virtual. A rede de relacionamentos pode ser fortalecida tanto em eventos do campo profissional quanto pessoal.

6 - Nos encontros presenciais como reuniões, palestras, cursos, o uso do cartão de visita é uma ferramenta valiosa. Por isso, entregue o seu e se possível também peça o cartão do profissional com quem está conversando.

7 - Caso reencontre um contato importante, ao vê-lo não vá com tanta "sede ao pote". Seja educado e o cumprimente sem ansiedade. Depois que a conversa fluir um pouco, pergunte se ele continua com o mesmo número de telefone e e-mail.

8 - O network é valioso tanto para o profissional quanto para as organizações. Alguns estudos já comprovaram que boa parte das melhores vagas oferecidas pelo mercado é preenchida através da rede de relacionamentos.

9 - Seja seletivo em seu network. Não o exceda de contatos que não agregarão valor algum. A qualidade é muito mais valiosa do que a quantidade.

10 - Faça parte de site de relacionamentos que tenham propostas sérias. Se alguma pessoa que você conhece é um dos integrantes, pergunte sobre o conteúdo das informações que são disseminadas, o fluxo de mensagens que chegam, por exemplo."

O QUE é MESMO DESIGN??

Vamos combinar uma coisa: design é uma palavra com um significado tão complexo e polêmico, que em todo congresso ou seminário de design há sempre pelo menos um artigo discorrendo sobre o assunto. Em português, não se conseguiu chegar a
um termo que o traduzisse corretamente, então resolveu-se usar o original em inglês mesmo. Por isso, não caia na tentação simplista de traduzir design como projeto ou desenho.

O nosso popular e polêmico termo foi criado na época da revolução industrial. Fazendo um resumo bem grosseiro, pode-se dizer que, com a possibilidade de se fabricar produtos em escala, a primeira idéia foi tentar reproduzir a estética conhecida até então, aquela dos produtos elaborados e produzidos caprichosamente por artesãos talentosos.

Mas veja bem: se com toda as máquinas e tecnologias que dispomos hoje já é difícil reproduzir industrialmente uma cadeira estilo Luís XV, imagine só naquela época, com aquelas máquinas toscas e primitivas? É lógico que o resultado ficou abaixo da crítica e todo mundo detestou. Mas era preciso fabricar e vender produtos. Então, vários grupos de artistas e intelectuais se reuniram para tentar elaborar um conceito que se permitisse conceber produtos que já fossem pensados, desde a idéia inicial, para serem produzidos em escala.

Nessa época de grande efervescência cultural (final do século XIX e início do século XX) surgiram vários movimentos, como o Arts and Crafts, o Art Nouveau, o Art Deco e o Werkbund, e a mais famosa escola de design do mundo, a Bauhaus. Esse novo conceito de conceber pensando na fabricação em escala foi que deu origem que hoje conhecemos como design.

Há várias e diferentes definições para o termo, mas a que mais me parece logicamente fundamentada é aquela que diz que o design sustenta-se sobre um tripé: um bom projeto, que possibilite a produção em escala; um conceito que explique porque o objeto é feito dessa maneira e não de infinitas outras possíveis, com suas funções e porquês; e a preocupação estética (senão não vende).

Assim, fica fácil a gente entender melhor a idéia e utilizar o termo de uma maneira que faça sentido. Quando alguém diz que faz fashion design, está dizendo certo. A moda exige que se faça o projeto de uma coleção com os moldes e desenhos de roupas que permitam que elas sejam produzidas em escala depois; tem o conceito, que explica porque é que tais materiais, tecidos e aviamentos foram escolhidos em detrimento de outros; e, é claro, a preocupação estética (esta última, aliás, um conceito cada vez mais flexível que merece uma reflexão à parte).

Já um cabelereiro que diz que faz hair design está usando o termo de maneira equivocada. Ou alguém já viu um projeto de cabelo para ser produzido em série? O conceito e a preocupação estética com certeza existem , mas o tripé não se sustenta só com isso, falta um perna: o projeto. As cabeças, os cabelos e as pessoas são diferentes, não dá para produzir isso em série. Aliás, o grande diferencial de um bom cabeleireiro é justamente ele encontrar a solução que melhor convém a você e a mais ninguém.

É por isso que é de se estranhar que muita gente use o termo design para se referir ao estilo e à personalização do serviço. E design é o contrário do que é personalizado. Design é uma solução concebida para se produzir em massa (pelo menos o conceito original nasceu dessa premissa). Assim, arranjos florais personalizados não são flower design e tatuagens não são body design.

Mas você deve estar pensando: mas a marca gráfica da minha empresa é personalizada, eu não a comprei em um catálogo. Certíssimo: a solução é específica para a empresa, mas o manual de identidade visual é o projeto que vai permitir que a marca seja reproduzida em massa por aí, da papelaria ao outdoor, do uniforme à frota de veículos, sem ser distorcida e sem perder o contexto. Isso é fruto de um projeto, que deve ter um conceito (que traduz a identidade da empresa) e uma preocupação estética (ninguém quer uma marca feia). Um site na Internet, por sua vez, também se enquadra no conceito, pois precisa de um projeto que permita que ele seja reproduzido em escala (a mesma tela aparece em milhares de outros computadores igualzinha), um conceito e uma preocupação estética. Por isso, existe o que se conhece por webdesign.

Mas, atenção, se você encontrar por aí uma loja de design personalizado, não fique dando aquela risadinha de deboche. As pessoas usam os termos de maneira inadequada porque quem aprendeu o que a palavra significa não compartilha o seu conhecimento com todo mundo. Compartilhe o que você sabe. Todo mundo só tem a ganhar, incluindo cabeleireiros, floristas, tatuadores, estilistas, programadores, e, quem diria, até os designers.

fonte: www.ligiafascioni.com.br
 

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